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Multilaser H: intermediário premium com preço de entrada

O Multilaser H é um smartphone intermediário premium com preço baixo da fabricante brasileira. Tem acabamento plástico brilhante em peça única na traseira e laterais, e vem com capinha e película na caixa para você não precisar se preocupar com esses itens. O hardware é intermediário, e o dispositivo segue a ideia da Multilaser de oferecer preço mais baixo que concorrentes.

A construção do aparelho é boa. Apesar de o acabamento riscar fácil, o dispositivo tem boa pegada. De cara, é possível notar que as coisas funcionam como deveriam. O hardware inclui uma plataforma Snapdragon 710, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento, com capacidade de expansão via micro SD para 256 GB. É uma potência equiparável à do Motorola Razr 2019. O funcionamento é bom, ficando dentro do esperado para o que é oferecido.

A bateria é de 4.000 mAh e tem boa duração, garantindo um dia inteiro de uso moderado a pesado com uma sobra à noite. O dispositivo conta com carregador rápido de 15W na caixa, e a fabricante diz que a recarga completa é feita em cerca de 2,5 horas. Foi feito um teste que confirmou este tempo.

O Multilaser H tem uma tela de 6,3 polegadas com resolução Full HD do tipo LCD. As bordas são bem pequenas, e o aparelho, apesar de ter tela de mesmo tamanho do Moto G8 Plus, é um pouco menor que o modelo da Motorola. A exibição é boa, com brilho alto confortável para usar na rua e brilho baixo que não machuca os olhos em ambientes escuros. A calibragem de cores é honesta e a resposta ao toque é ótima.

O conjunto de câmeras na traseira é triplo, com uma teleobjetiva de aproximação de 2x, uma wide tradicional e um sensor de proximidade. Todos os sensores tiram fotos com 16 MP, e é possível que mesmo o zoom utilize dados da lente principal para formar a imagem. As resoluções são 16 MP + 5 MP + 8 MP. Na frente, há uma câmera de 16 MP.

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Veja fotos tiradas com o Multilaser H no Flickr

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Xiaomi e Vivo trazem Mi Note 10 ao Brasil… mas que preços são esses?

A Xiaomi oficializou nesta semana o Mi Note 10 no Brasil, pouco tempo depois do lançamento global. Puxo pela memória, mas acredito ter sido o smartphone da marca que chegou mais rápido ao país até agora. O problema é o preço.

O aparelho estará disponível a partir do dia 18 de dezembro para clientes Vivo. Quem comprar atrelado ao plano Controle, paga R$ 4.999 no celular mais os R$ 60 no mínimo por mês do plano. No Família 60 GB Anual, o preço do aparelho cai para R$ 4.499, mais os R$ 250 mensais da conta – você mais um dependente.

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É verdade que o dólar está alto, e como a DL, representante da Xiaomi, traz os aparelhos já montados da China, não há incentivo algum para baixar o valor no varejo nacional. Mas as empresas não parecem fazer esforço algum para oferecer o diferencial mais importante da marca aqui: preço menor que a concorrência.

O Redmi Note 8, lançado em novembro, chegou cem reais mais caro que o principal concorrente, o Moto G8 Plus. Agora, o Mi Note 10 chega a preço de topo de linha. Mas não tem hardware de topo de linha, apesar de possuir processador e GPU potentes o bastante para 98% dos usuários.

Caso você esteja se perguntando: o dispositivo tem tela de 6,47 polegadas, plataforma Snapdragon 730G, 6 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento, bateria de 5.260 mAh e cinco câmeras na parte traseira.

Conjunto de câmeras é destaque

São cinco câmeras no Mi Note 10. A principal tem incríveis 108 MP de resolução, e ainda tem mais duas teleobjetivas, uma de 12 MP e aproximação de 2x, e outra de 5 MP e 5x de aproximação. Completam o conjunto uma ultrawide de 20 MP e uma macro de 2 MP.

Eu consegui tirar algumas poucas fotos na correria do evento e a qualidade é bem interessante, aparentemente bem acima da média de um intermediário.

Mas não justifica a nota altíssima no DxOMark. Como acontece em todo benchmark, o teste é facilmente manipulável. Colocar um monte de lentes e fazer alguns ajustes específicos já garantem um salto na nota. Claro que a qualidade das fotos é boa, mas compara com um P30 Pro ou um iPhone 11. Se você disser a sério que o Mi Note 10 é melhor, é o amor à Xiaomi te atrapalhando a enxergar a verdade. Ou o ódio a essas outras empresas.

Preço é alto mesmo nos importadores

E antes que venha alguém reclamar que o preço ainda é mais baixo que o de concorrentes, olha só essa imagem abaixo. Encerro o texto com ela e deixo pra cada um entender como quiser. A mensagem está bem clara. Quem quiser ver a comparação atualizada, clica aqui.

Mi Note 10 Pro: intermediário a preço de topo de linha no Brasil // Felipe Junqueira/Nanobits

O Mi Note 10 chega ao Brasil em 18 de dezembro, nas lojas Vivo do estado de São Paulo. A partir do dia 20, estará disponível também nas lojas da operadora no resto do país e na internet. Neste mesmo dia, chega também às lojas físicas e online da Xiaomi. O preço para quem comprar sem plano da operadora ainda não foi divulgado.

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Xiaomi no Brasil: nova loja e preços começam a baixar

A Xiaomi fez dois anúncios no Brasil durante a primeira quinzena de novembro. Primeiro, a companhia trouxe dois novos smartphones, além de ter revelado que o catálogo de produtos da marca no país já atingiu 250 itens. Cerca de uma semana depois, o aviso de uma nova loja a ser aberta em São Paulo.

Para além dos novos produtos, a empresa agora tenta se firmar melhor por aqui. O anúncio da família Redmi Note 8 destacou, primeiro, a extensa linha de produtos para casa conectada produzidos pela marca e oferecidos ao público brasileiro pela loja oficial, tanto no Shopping Ibirapuera, como pela internet (endereço fica xiaomi.distribuidornacional.com.br, mesmo).

E, claro, para ganhar espaço no mercado oficial, é necessário reduzir preços. Ainda está longe do ideal, mas a Xiaomi trouxe o Redmi Note 8 com preço de lançamento mais baixo que o antecessor. Reduziu apenas 200 reais, mas já é algo. A versão mais barata está indisponível no site da fabricante, e o modelo com mais armazenamento sai a R$ 1.839,99 no boleto.

Imprensa e influenciadores mexem nos Redmi Note 8 e Note 8 Pro em evento em SP (Foto: Felipe Junqueira)

A versão gamer do intermediário também veio para o Brasil. O Redmi Note 8 Pro, que tem plataforma da MediaTek (e não da Qualcomm, amada pelos fanáticos por tecnologia) e câmera de 64 MP! E custa R$ 2.115,99 no boleto (tem 8% de desconto nessa modalidade de pagamento).

Ainda são preços altos, que não condizem com o que os fãs de importação tanto martelam na cabeça de familiares e amigos. “Xiaomi é muito melhor pela metade do preço”. Bom, pra ter garantia, os modelos vendidos oficialmente no Brasil estão mais caros que os concorrentes. O Moto G8 Plus, que é similar ao Redmi Note 8, foi lançado por R$ 1.699, e à vista sai R$ 1.495,12.

Mas já é um bom começo para a Xiaomi. Que, repito, está mais interessada em oferecer aos brasileiros a oportunidade de conhecer e tocar em seus produtos. E aí entramos na segunda parte deste texto.

Xiaomi no Brasil: loja 2 em SP

Multidão na abertura da primeira loja Xiaomi no Brasil (Foto: Divulgação)

Eu já tinha ouvido falar, mas não consegui nenhuma confirmação antes. Veio hoje, de maneira oficial: a segunda loja oficial da fabricante chinesa no Brasil está para ser inaugurada em São Paulo. Por enquanto, apenas os paulistas terão a oportunidade de conhecer os produtos de perto.

A empresa anunciou a abertura da loja no dia 23 de novembro. E, claro, vai ter um monte de promoção. Ah, desta vez ao menos será mais perto para turistas, já que ficará localizada no Shopping Center Norte, próximo à Rodoviária do Tietê.

“Chegamos à segunda loja da Xiaomi no Brasil com uma operação muito fortalecida. Estamos prestes a ultrapassar a barreira de 250 mil Mi Smart Bands vendidas mensalmente até aqui, por exemplo, contabilizando todos os canais em que atuamos. Além disso, registramos um crescimento de 300% em vendas dos dispositivos do nosso ecossistema”

Luciano Barbosa, chefe da operação Xiaomi Brasil

Não há detalhes dos produtos que estarão com preço promocional, mas a empresa promete 5 mil brindes, além de sorteios. Segundo a Veja, todos os produtos estarão com 10% de desconto, mas alguns podem chegar a cortes de 50%.

Barbosa ainda disse que uma loja em outro estado está nos planos. “Devemos ir também para fora do estado no ano que vem”, disse à Veja. “As lojas funcionam como showrooms para nós, já que os brasileiros estão conhecendo nossos artigos agora e compram muito pelo site”, explicou – só para reforçar o que eu escrevi mais para cima, pois não tirei a informação do nada 😉

Se tudo der certo, estarei presente no momento de abertura das portas de mais essa loja, como já estive na primeira, do Shopping Ibirapuera.

Serviço

Inauguração 2ª Loja Xiaomi Brasil
Local: Shopping Center Norte.
Data: 23/11/2019.
Horário: A partir das 10h.
Endereço: Travessa Casalbuono, 120 – Vila Guilherme – São Paulo

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Moto G8 Plus vs Galaxy A80: duelo de fotos noturnas

O modo de fotos noturnas ainda está engatinhando no mundo da fotografia móvel, mas já começa a chegar a dispositivos intermediários. É o caso de Moto G8 Plus e Galaxy A80, de Motorola e Samsung, que já oferecem essa ferramenta para melhorar as fotos tiradas com pouca luz.

Atenção: é justamente para isso que serve o recurso. Nesses dispositivos intermediários, não adianta tentar tirar uma foto em local praticamente escuro e esperar milagre, não vai ter.

De qualquer modo, peguei os dois, que estevam em minhas mãos esses dias, e tirei algumas fotos para fazer uma comparação. Veja abaixo algumas das fotos e um pouco do que eu achei e umas considerações.

Dicas sobre o modo noturno

Moto G8 Plus e Galaxy A80 são dois representantes da categoria intermediária que conseguem melhorar um pouco as fotos tiradas com pouca luz. Não fazem milagre, mas evitam bem os tremidos típicos desse tipo de fotos.

Aliás, aqui está a grande chave da questão: reduzir tremidos. O software faz um trabalho para captar mais luz e reduzir os tremidos. Não é que você precisa ficar paradão como se fosse um tripé, mas quanto menos se mexer enquanto a foto é registrada, melhor.

E aí, quem se sai melhor?

Nenhum dos dois faz milagre. E nem era pra esperar isso de dois intermediários. Mas conseguem entregar fotos em que, pelo menos, dá pra ver alguma coisa.

Mas o Moto G8 Plus me pareceu um pouco melhor na maior parte dos cenários. O Night Sight da Motorola faz um trabalho bem decente de eliminar os tremidos e ruídos comuns em fotos com pouca luz – onde o ISO costuma ser alto, o que causa granulações – e consegue manter bem as informações.

É verdade que as fotos ficam com um pequeno excesso de contraste, e é praticamente impossível editar uma imagem dessas. Mas é bem mais utilizável do que se você captar a imagem sem o recurso.

O Galaxy A80 fez um bom trabalho apenas em um das imagens, a meu ver. Nas outras, foi mediano ou ruim. Há muita granulação e as imagens são praticamente uma versão com mais exposição. Aí entra literalmente o trabalho que mencionei, de “limpar” os tremidos, juntando algumas fotos com mais exposição em uma só imagem.

Enfim, fica claro que o uso do modo noturno tanto no Moto G8 Plus quanto no Galaxy A80 é melhor do que uma foto em que quase nada aparece nos dois casos. Como eu falei, com um pouco mais de paciência, dá pra tirar fotos legais usando esse recurso.

Mas, tenha em mente que fotos com pessoas e, principalmente, crianças e animais, são muito mais difíceis. Eles até conseguem fazer um registro razovalmente fixo do momento em que você tira a foto, mas se tiver movimento demais, não vai sair nada.

Ah, uma coisa que eu percebi que é bem chata nos dois: foco. É difícil acertar o foco, mesmo tocando na tela pra ajudar o dispositivo a entender onde está o objeto principal. E é bem fácil perder esse foco, mesmo assim. Então, mais uma vez, é preciso bastante paciência. Se fosse um pouco mais fácil, eu teria feito mais fotos pra mostrar, mas é muita coisa pra se preocupar. E fazer com dois aparelhos não é tarefa fácil.

Obervações importantes

Queria deixar apenas algumas obervações. Algumas das fotos feitas no mesmo momento, com a mesma condição de luz em cada aparelho. O enquadramento fica um pouco diferente porque eu também não sou um robô que fica paradão na mesmíssima posição por tanto tempo, mas me esforcei ao máximo pra pegar o mesmo objeto central nas fotos com os dois aparelhos.

Outra observação importante é que com um pouco de paciência e amor no coração, dá pra tirar fotos melhores do que as do exemplo. O amor no coração eu tinha, a paciência que fica meio difícil com dois aparelhos apontados às vezes três segundos na mesma direção…

Como usar o modo noturno

Vamos começar com um tutorial básico de como usar o modo noturno nesses aparelhos. O G8 Plus costuma te sugerir mudar pro night sight, como a motorola chama a função, sempre que detecta um cenário em que ele pode ajudar. Mas, se isso não aparecer por algum motivo, é só tocar aqui nesse grid com vários quadradinhos que vai abrir a opção de menu. Deslizando pra direita também funciona. Seleciona o Night Sight e pronto. Pra tirar a foto, aperta o botão de captura e espera um pouco com o celular parado o melhor que você puder na mesma posição até ele dizer que tá bom.

No A80 você tem que deslizar até o final, na opção modo noturno. Pra tirar a foto é a mesma coisa: toca o botão de captura e espera ele registrar o cenário ficando o máximo de tempo possível na mesma posição. Por isso eu falei sobre ter paciência: mexer demais pode acabar deixando a foto tremida, que é justamente o que o recurso tenta evitar.

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LG K40S e K50S engordam catálogo da linha K no Brasil

Texto atualizado às 19:06

A LG do Brasil enviou release à imprensa nesta terça-feira, 5 de novembro, para anunciar o lançamento de mais dois modelos da linha K no país. O K40S e K50S entram para uma lista que já tem seis dispositivos: K12+, K12 Max, K12 Prime e K8+, todos lançados em 2019.

Os dois novos modelos seguem os outros três da linha K12, com certificação militar (veja o vídeo abaixo para mais informações). O modelo mais em conta é o K40S, que tem preço sugerido de R$ 999 e traz câmera traseira dupla. Já o K50S tem câmera tripla e valor sugerido de R$ 1.199. Estarão disponíveis a partir do início de novembro nas lojas das principais operadoras do Brasil nas cores azul e preto.

Pequenas atualizações de modelos já à venda

Em resumo, o K40S é o K12 Plus com tela e bateria maiores e uma câmera a mais, além de sensores mais potentes. O display aumentou 0,5 polegada, subindo para 6,1″; a bateria ganhou mais 500 mAh, chegando a 3.500 mAh; e a câmera principal agora é dupla, com 13 MP na principal e 5 MP numa ultra-wide.

A câmera de selfies também melhorou, agora com 13 MP. Aberturas das lentes não mudam. Outra coisa: a tela agora tem um recorte na parte superior, ocupando bem mais a parte frontal do aparelho.

Já o K50S é o K12 Max com as mesmas adições, sendo que a tela aumentou um pouco menos de 0,3 polegada para 6,5″; a bateria foi para 4.000 mAh; e a câmera a mais é um sensor de profundidade de 2 MP, ficando o resto igual ao antecessor.

Compare as fichas técnicas

Dispositivo LG K40s LG K50s

Sobre

LG K40sLG K50s
Preço sugerido* Preço oficial de lançamento sugerido pela marca R$ 999 R$ 1.199
Dimensões 156,3 x 73,9 x 8,6 mm 165,8 x 77,5 x 8,2 mm
Peso 186 gramas 194 gramas
Cores Azul, preto Azul, preto
Lançamento Dia em que foram iniciadas as vendas no Brasil 05 novembro, 2019 05 novembro, 2019
Sistema Operacional SO // Todo sistema de computação roda em um software base chamado sistema operacional (SO), que controla todas as operações computacionais básicas. Os apps que instalamos precisam ser compatíveis com esse sistema. Android 9 Android 9

Especificações

LG K40sLG K50s
Tela principal Tecnologia do painel // Existem vários tipos de display no mercado, como LCD, OLED e variantes, a depender da fabricante. Telas com painel LCD/TFT costumam entregar cores mais naturais, enquanto OLED/AMOLED entregam cores mais vivas e alcançam brilho maior. IPS LCD 6,1" HD+ (720 x 1520 pixels) IPS LCD 6,5" HD+ (720 x 1520 pixels)
Plataforma Plataforma ou chipset é um conjunto de circuitos integrados que, no caso do celular, inclui processador, chip gráfico e vários outros componentes cruciais para o bom funcionamento do aparelho. MediaTek Helio P22 Octa-core 12 nm MediaTek Helio P22 Octa-core 12 nm
Memória RAM (Random Access Memory, memória de acesso aleatório) e armazenamento interno total do dispositivo. 3/32 GB 3/32 GB
Cartão de memória microSD microSD
Bateria Capacidade de bateria disponível no dispositivo. Considerada a capacidade típica. 3.500 mAh 4.000 mAh
Rede Rede se refere às tecnologias de transferência de dados às quais o aparelho possui suporte. 4G, Bluetooth 5, Wi-Fi single-band 4G, Bluetooth 5, Wi-Fi dual-band

Câmera

LG K40sLG K50s
Principal Câmera principal é a utilizada como padrão no seu celular para tirar fotos e gravar vídeos. 13 MP f/2.0 13 MP, f/2.2
Ultra-wide Um sensor extra presente no celular para captar quadro com ângulo de visão aumentado. 5 MP f/2.2 5 MP, f/2.2
Profundidade Câmera secundária de um celular que serve apenas para ajudar na captação de imagens com o chamado "efeito Bokeh", ou seja, fundo desfocado. 2 MP, f/2.4
Vídeo Resolução máxima de captação de vídeo com a câmera traseira e taxa de quadros. 1080p @30fps 1080p @30fps
Frontal Câmera responsável pela captação de fotos e vídeos "selfies" 13 MP f/2.0, 1080p @30fps 13 MP, f/2.0, 1080p @30fps
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Moto E6 Plus: smartphone de entrada com câmera dupla

O Moto E6 Plus é um smartphone de entrada da Motorola, com preço abaixo de R$ 1.000 e configurações simples. Mesmo assim, não é um aparelho que vai te deixar na mão, ao menos para as tarefas básicas do dia a dia.

Sobre o Moto E6 Plus

  • TelaIPS LCD 6,1" HD
  • PlataformaHelio P22
  • RAM/Armazenamento2/32 GB, 4/64 GB
  • Dimensões e peso155,6 x 73,1 x 8,6 mm, 150 g
  • Bateria3.000 mAh
  • Câmera13 MP + 8 MP
  • Selfie8 MP

Existem duas versões: uma com 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento; e outra com 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento. A diferença de preço é pouca, e vale a pena investir no modelo mais potente.

Um dos principais destaques do Moto E6 Plus é a câmera traseira dupla, que permite ao usuário tirar fotos com o fundo desfocado. Não são sensores potentes, mas estão em um nível bom para a faixa de preço.

Moto E6 Plus: vale a pena?

O Moto E6 Plus chegou ao Brasil como mais uma opção barata para o consumidor. Ao menos é um celular que aguenta o uso básico sem muitas travadas, e até consegue rodar um Free Fire, Asphalt 9 e jogos um pouco mais pesados, desde que você tope sacrificar um pouco dos gráficos para rodar sem problemas. O Helio P22 do E6 Plus é legalzinho, já oferece algumas soluções de inteligência artificial e tudo o mais.

Se você gostou do aparelho, que é realmente bonitinho e tudo o mais, acho que vale a pena dar uma olhada no Galaxy A20 ou no A30, da Samsung. O segundo já tem preço um pouco mais alto, mas as câmeras são bem boas. O conjunto fotográfico do E6 Plus não é uma beleza, mas também não é de se jogar fora. Para as redes sociais, tá bem ok.

Respondendo à pergunta se vale a pena: não acho. Há modelos mais interessantes, inclusive lançamentos mais recentes, que você pode encontrar a preço melhor. Eu descartaria esse modelo e pensaria em um Moto G8, um pouco mais caro mas muito melhor.

Onde comprar

O Moto E6 Plus foi lançado em duas versões no Brasil: com 2 GB de RAM e 4 GB de armazenamento, preço sugerido de R$ 899; e outra com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, com preço sugerido de R$ 999. Atualmente, apenas a variante com mais memória ainda pode ser encontrada à venda, e tem preço sugerido mais alto no site da Motorola: R$ 1.199. O Nanobits não recomenda que você pague mais de R$ 800 neste celular.

Ficha técnica Moto E6 Plus

Sobre

Preço sugerido* Preço oficial de lançamento sugerido pela marca R$ 899
Dimensões 155,6 x 73,1 x 8,6 mm
Peso 150 gramas
Cores Rubi, cinza metálico, vermelho metálico, azul
Lançamento Dia em que foram iniciadas as vendas no Brasil 05 setembro, 2019
Sistema Operacional SO // Todo sistema de computação roda em um software base chamado sistema operacional (SO), que controla todas as operações computacionais básicas. Os apps que instalamos precisam ser compatíveis com esse sistema. Android 9

Especificações

Tela principal Tecnologia do painel // Existem vários tipos de display no mercado, como LCD, OLED e variantes, a depender da fabricante. Telas com painel LCD/TFT costumam entregar cores mais naturais, enquanto OLED/AMOLED entregam cores mais vivas e alcançam brilho maior. IPS LCD 6,1" HD+ (720 x 1560 pixels)
Plataforma Plataforma ou chipset é um conjunto de circuitos integrados que, no caso do celular, inclui processador, chip gráfico e vários outros componentes cruciais para o bom funcionamento do aparelho. MediaTek Helio P22 Octa-core 12 nm
Memória RAM (Random Access Memory, memória de acesso aleatório) e armazenamento interno total do dispositivo. 2/32 GB, 4/64 GB
Cartão de memória microSD
Bateria Capacidade de bateria disponível no dispositivo. Considerada a capacidade típica. 3.000 mAh
Rede Rede se refere às tecnologias de transferência de dados às quais o aparelho possui suporte. 2G, 3G, 4G, Bluetooth 4, Wi-Fi single-band

Câmera

Principal Câmera principal é a utilizada como padrão no seu celular para tirar fotos e gravar vídeos. 13 MP, f/2.0
Profundidade Câmera secundária de um celular que serve apenas para ajudar na captação de imagens com o chamado "efeito Bokeh", ou seja, fundo desfocado. 2 MP
Vídeo Resolução máxima de captação de vídeo com a câmera traseira e taxa de quadros. 1080p @30fps
Frontal Câmera responsável pela captação de fotos e vídeos "selfies" 8 MP, f/2.0, 1080p @30fps
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LG K12 Max e K12 Prime são os novos smartphones baratos à venda no Brasil

A LG realizou mais um evento para apresentar novos modelos da linha K12 no Brasil. Nesta terça-feira, 2, em São Paulo, a companhia oficializou o K12 Max e o K12 Prime, que são pouco mais do que o K12 Plus.

Sobre os LG K12 Max e Prime

LG K12 max
  • TelaIPS LCD 6,26" HD
  • PlataformaHelio P22
  • RAM/Armazenamento3/32 GB
  • Dimensões e peso161,3 x 77 x 8,7 mm, 170 g
  • Bateria3.500 mAh
  • Câmera13 MP + 2 MP
  • Selfie13 MP
LG K12 Prime
  • TelaIPS LCD 6,26" HD
  • PlataformaHelio P22
  • RAM/Armazenamento3/64 GB
  • Dimensões e peso161,3 x 77 x 8,7 mm, 172 g
  • Bateria3.500 mAh
  • Câmera16 MP + 5 MP + 2 MP
  • Selfie13 MP

O design não muda quase nada. K12 Max e Prime têm mesmas medidas, que são levemente distintas do modelo já à venda há alguns meses. Ao menos a tela ocupa mais espaço da parte frontal, com proporção 19:9 e recorte em gota para a câmera de selfies.

Os botões físicos continuam os mesmos: um de energia, à direita, e mais três à esquerda, sendo dois de volume (aumentar e reduzir) e mais um dedicado ao Google Assistente. Há ainda mais duas gavetas de cartões nesta mesma lateral, que ficou bastante poluída.

E a companhia segue insistindo no conector micro USB para dados. A Motorola só lançou aparelhos com entrada USB-C até agora este ano, enquanto a Samsung só colocou micro USB nos Galaxy A10 e M10.

Internamente, também muitas semelhanças. A plataforma Helio P22, da MediaTek, se repete nos três aparelhos, que ainda por cima trazem 3 GB de memória RAM. Ao menos o Prime tem 64 GB de armazenamento, em vez de repetir os 32 GB dos outros dois – o que é pouco para o padrão de uso brasileiro hoje em dia.

Novidades

LG K12 Max e K12 Prime // Felipe Junqueira/Nanobits

Mas, calma, que tem mudanças nos novos dispositivos, além da tela. O TFT LCD deu lugar a um IPS LCD, que é de qualidade um pouco melhor. Isso deve melhorar a qualidade de uso na rua, por exemplo, com brilho maior e um pouco menos de reflexos.

Os conjuntos de câmeras também melhoraram. O K12 Max tem câmera principal com resolução menor que o K12 Plus, mas traz um sensor de profundidade para ajudar em fotos com fundo desfocado. Já o K12 Prime repete o sensor principal do modelo antigo e ainda traz mais o sensor de profundidade e um terceiro grande-angular com ângulo de 120°.

Para as selfies, o sensor aumentou de 8 megapixels para 13 megapixels. O que não quer dizer, necessariamente, que seja melhor. Mas isso saberemos conforme os primeiros testes aparecerem.

Por fim, uma mudança interna que deve fazer brilhar alguns olhos: a bateria aumentou dos 3.000mAh do K12 Plus para 3.500mAh no K12 Max e Prime. A autonomia já não era ruim, e a tendência é dar mais uma melhorada com a capacidade a mais.

Novos recursos

A inteligência artificial para reconhecer cenários na câmera e otimizar o uso da bateria está presente nos três modelos, mas há algumas novidades que alguns usuários vão gostar nos lançamentos.

Primeiro, com relação às redes. Finalmente a LG trouxe suporte às duas bandas de WiFi em seus modelos de entrada. O 5Ghz é mais rápido que o 2.4Ghz, apesar de ter alcance um pouco menor. Você precisa de um modem com essa banda para aproveitar a internet mais veloz. Usuários de fibra geralmente já recebem modems com essa possibilidade.

Outra melhoria em conectividade é o Bluetooth 5.0. Além de ser conexão melhor e mais segura para dispositivos sem fio, ela permite usar mais de uma caixinha de som ao mesmo tempo, por exemplo.

Também há algumas novidades de software, como o Dual Apps, que permite instalar uma “cópia” do WhatsApp e outros aplicativos do tipo para usar duas contas (pode precisar de um segundo chip) e um atalho para o YouTube no app de câmera para fazer transmissões ao vivo com um toque.

Preço e disponibilidade

Os novos modelos já estão à venda nas lojas brasileiras. O K12 Max chega com preço sugerido de R$ 1.299, nas cores azul, preto ou platinum, e o K12 Prime tem valor oficial de R$ 1.599, nas cores azul ou preto.

Não são valores atraentes, mas no varejo online não demora para aparecerem promoções. Por enquanto, o K12 Plus continua atraente só porque já está no mercado há mais tempo e o preço caiu para a faixa dos R$ 800. Mas os novos modelos parecem mais atraentes, entregando o mesmo desempenho, mais bateria e, aparentemente, câmeras melhores.

K12 Max: melhor preço

K12 Prime: melhor preço

Compare as fichas técnicas

Dispositivo LG K12 Max LG K12 Prime

Sobre

LG K12 MaxLG K12 Prime
Preço sugerido* Preço oficial de lançamento sugerido pela marca R$ 1.299 R$ 1.599
Dimensões 161,3 x 77 x 8,7 mm 161,3 x 77 x 8,7 mm
Peso 170 gramas 172 gramas
Cores Azul, preto, cinza Azul, preto
Lançamento Dia em que foram iniciadas as vendas no Brasil 02 julho, 2019 02 julho, 2019
Sistema Operacional SO // Todo sistema de computação roda em um software base chamado sistema operacional (SO), que controla todas as operações computacionais básicas. Os apps que instalamos precisam ser compatíveis com esse sistema. Android 9 Android 9

Especificações

LG K12 MaxLG K12 Prime
Tela principal Tecnologia do painel // Existem vários tipos de display no mercado, como LCD, OLED e variantes, a depender da fabricante. Telas com painel LCD/TFT costumam entregar cores mais naturais, enquanto OLED/AMOLED entregam cores mais vivas e alcançam brilho maior. IPS LCD 6,26" HD+ (720 x 1520 pixels) IPS LCD 6,26" HD+ (720 x 1520 pixels)
Plataforma Plataforma ou chipset é um conjunto de circuitos integrados que, no caso do celular, inclui processador, chip gráfico e vários outros componentes cruciais para o bom funcionamento do aparelho. MediaTek Helio P22 Octa-core 12 nm MediaTek Helio P22 Octa-core 12 nm
Memória RAM (Random Access Memory, memória de acesso aleatório) e armazenamento interno total do dispositivo. 3/32 GB 3/64 GB
Cartão de memória microSD microSD
Bateria Capacidade de bateria disponível no dispositivo. Considerada a capacidade típica. 3.500 mAh 3.500 mAh
Rede Rede se refere às tecnologias de transferência de dados às quais o aparelho possui suporte. 4G, Bluetooth 5, Wi-Fi dual-band 4G, Bluetooth 5, Wi-Fi dual-band

Câmera

LG K12 MaxLG K12 Prime
Principal Câmera principal é a utilizada como padrão no seu celular para tirar fotos e gravar vídeos. 13 MP, f/2.2 16 MP, f/2.0
Ultra-wide Um sensor extra presente no celular para captar quadro com ângulo de visão aumentado. 5 MP, f/2.2
Profundidade Câmera secundária de um celular que serve apenas para ajudar na captação de imagens com o chamado "efeito Bokeh", ou seja, fundo desfocado. 2 MP, f/2.4 2 MP, f/2.4
Vídeo Resolução máxima de captação de vídeo com a câmera traseira e taxa de quadros. 1080p @30fps 1080p @30fps
Frontal Câmera responsável pela captação de fotos e vídeos "selfies" 13 MP, f/2.0, 1080p @30fps 13 MP, f/2.0, 1080p @30fps
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Celular e smartphone Vídeos

Anatel vai tirar seu smartphone chinês pra certificar? Não é bem assim! ~ Cebolasalhos EXTRA #01

A Anatel resolveu começar a certificar todos os smartphones importados no Brasil. Isso não significa que o seu celular chinês que já está em uso vai ter que receber essa certificação, fique tranquilo. Apenas novos produtos passarão por essa análise.

Porém, ainda ficam algumas questões no ar: será uma questão de sorte, ou a Anatel vai conseguir pegar todos os aparelhos que entram no país todos os dias para fazer a tal certificação? Até agora, há relatos de gente cujo importado passou pela fiscalização aduaneira sem a taxa extra de R$ 200 cobrada por esses testes.

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