Se você acompanhou o Nanobits nesse início de dezembro de 2025, deve ter notado que a casa estava em reforma. Cores mudavam, menus trocavam de lugar e o layout parecia inquieto. Não era indecisão, era a busca pela “frequência” correta.
Como jornalista independente — e o “exército de um homem só” que opera tudo o que você vê aqui —, acredito que a forma como apresento a notícia é tão importante quanto a notícia em si. E hoje, quero apresentar a identidade visual que nos acompanhar, você e eu, juntos rumo a 2026.
O caso do “rosa acidental” e a volta do roxo
O rosa sempre foi a assinatura do Nanobits. Mas, recentemente, descobri algo curioso: o tom que eu via no meu monitor não era o mesmo que todo o mundo via. Fui, então, em busca de um tom fiel à minha visão original: vibrante, tech, mas não cansativo. Encontrei o Cyberpink. Ele é a luz que guia o clique, a energia digital que representa a tecnologia pulsante que cubro todos os dias.
A grande novidade, porém, está nas sombras. Para dar corpo e elegância ao site, fui buscar inspiração no passado do Nanobits. Quem acompanha o canal desde o início vai reconhecer o resgate dos tons de roxo, agora balizados pelo Wineberry. Trouxe de volta essa paleta nostálgica para substituir os cinzas e vermelhos escuros, oferecer uma leitura muito mais confortável e relembrar os tempos de Cebolasalhos.
De Cebolasalhos a Nanobits: a História
E por falar em nostalgia, o resgate do roxo não é por acaso. O Nanobits surgiu originalmente em setembro de 2018 com o nome Cebolasalhos. Era um canal no YouTube focado em experimentos e notícias com alta dose de humor.
O nome peculiar veio de um episódio clássico de Chaves, chamado “Bilhetes trocados”, no qual o personagem lê uma carta do Professor Girafales e troca as palavras. Em um dos melhores momentos, o menino do 8 lê “cebolas alhos” no lugar de “seus belos olhos”. Daí surgiu o nome do canal, e essa cena clássica apareceu em todos os vídeos da primeira fase da minha presença no YouTube.
Em fevereiro seguinte, o canal mudou de nome para focar no que realmente importa: tecnologia explicada de forma clara, mas sem perder o bom humor.
Quem faz o Nanobits?
Quem toca tudo isso aqui sou eu, Felipe Junqueira. Sou jornalista formado (2009), com carreira iniciada no esporte (Revista PLACAR), mas que logo migrou para o mundo tech. Comecei essa fase no TudoCelular e depois fui para o Canaltech. Atualmente, faço freela para o primeiro e para o TechTudo, mas meu foco maior é no Nanobits.
Após um breve período sabático tirado para focar inteiramente no Canaltech, em 2024 retornei às atividades ao religar os servidores do site e voltar a publicar vídeos. O Nanobits é a soma dessa experiência: um veículo profissional, mas com alma pessoal.
Transparência: Como o site se mantém?
Para cobrir os custos de servidores, manutenção e equipamentos de vídeo, o Nanobits utiliza modelos de monetização que não geram nenhum custo extra para você:
Links de Afiliados: quando indico um produto com links da Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu e afins, a loja repassa para o veículo uma pequena comissão, que pode variar de 1% a 10%, caso você feche a compra. O Nanobits não vende produtos diretamente; toda a logística é da loja parceira.
Google Ads: atualmente, o Nanobits está livre de anúncios. Mas isso não durará para sempre, e alguns banners do Google devem retornar, em quantidade controlada. O Nanobits recebe apenas pela exibição/clique, sem relação com as vendas desses anunciantes.
Fique tranquilo: a presença de links afiliados nunca influencia a opinião de um review. Se o produto é ruim, eu vou dizer que é ruim. A confiança de vocês vale mais que qualquer comissão.
Ficha técnica de cores Nanobits
Curtiu as novas cores? Aqui estão os códigos que dão vida ao Nanobits 2026:
Leia a Política de Privacidade do Nanobits.
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